A manutenção de áreas verdes em grandes complexos ou condomínios corporativos costuma ser um dos primeiros pontos que expõem falhas no serviço.
Quando o padrão cai, é inevitável as reclamações, o retrabalho e a pressão sobre o gestor de facilities. Para manter a excelência e evitar desvios, a operação precisa rodar com cronogramas técnicos, SLAs bem definidos e indicadores de performance (KPIs) claros.
Além disso, a prática é o que diferencia uma empresa amadora de um parceiro estratégico, como mostramos neste artigo.
Impacto da manutenção de áreas verdes na eficiência da gestão
Como gestor de facilities, você sabe que as áreas verdes funcionam como cartões de visita de um empreendimento.
Na prática, esses espaços geram impactos importantes, como:
- Melhor controle térmico natural;
- Redução de custos com intervenções emergenciais;
- Melhoria na experiência de usuários, clientes e visitantes;
- Influência na imagem da empresa;
- Maior percepção de organização e cuidado do espaço;
- Valorização do ativo.
Frequência ideal de manutenção de áreas verdes
A inspeção deve seguir um cronograma para cada época do ano, definindo a frequência e os cuidados adequados.
Sem respeitar o ritmo de crescimento das espécies e as condições do ambiente, o resultado é previsível: perda de qualidade e aumento de custo com correções.
Por isso, a definição da periodicidade precisa estar clara desde a contratação, garantindo previsibilidade na execução do serviço, como vemos a seguir:
1. Irrigação e poda
Os dois serviços devem considerar as condições climáticas e o tipo de vegetação. Enquanto a irrigação pode ser feita toda semana, a poda é semestral ou sempre que necessário.
2. Limpeza
Entradas e lobbies, por serem pontos de alto impacto visual e recepção, exigem atendimento de alta frequência. Pode ser semanal ou quinzenal.
Por outro lado, em gramados, o ideal é que o atendimento seja semanal ou quinzenal no verão e na primavera. No outono e no inverno, por ser uma época mais fria, o intervalo pode ser ampliado.
A limpeza de canteiros pode ser semanal ou quinzenal, conforme a necessidade para preservar o equilíbrio paisagístico.
3. Adubo do solo
É indicado que seja feito a cada dois ou três, dependendo do tipo de cada espécie e das necessidades do solo.
4. Controle de pragas
Mensal ou quando necessário, seja por problemas com cupins, formigas, roedores, fungos, entre outros.
Padrão de qualidade: 4 práticas essenciais
O maior desafio de todo gestor de facilities é manter a qualidade do serviço após seis primeiros meses de contrato. Por isso, é importante que a proposta inclua pelo menos essas quatro boas práticas.
1. Equipe qualificada e supervisão ativa
Resolver o problema antes que ele chegue à sua mesa é uma premissa. Portanto, verifique se os processos são claros e se a empresa parceira tem autonomia.
Além disso, valorize parceiros que estejam atentos aos prazos corretos de poda e controle de pragas e identifiquem falhas.
2. Compliance e segurança
O serviço de áreas verdes envolve máquinas e riscos de altura e químicos. Por isso, é inegociável o uso de EPIs e EPCs (como as perneiras e protetores auriculares).
3. Gestão de Resíduos
Antes de assinar o contrato com a empresa terceirizada, certifique-se sobre o programa de gestão de resíduos. O processo do descarte é tão importante quanto a execução do serviço.
4. Controle de indicadores
Por fim, conte com um parceiro que faça análises e projeções. Dados e indicadores são importantes para o acompanhamento do serviço, a tomada de decisões, bem como a identificação de falhas em sistemas de irrigação ou no controle de custos.
Um fornecedor sem processo não falha de uma vez. Perde padrão aos poucos.
Quando isso aparece, o custo já veio: desgaste interno e pressão sobre os gestores.
Portanto, para o gestor que busca soluções antes das reclamações, a parceria com uma empresa com quase 40 anos de mercado, como o Grupo Paineiras, traz a previsibilidade e o padrão que seu SLA exige.
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